Alejandro Sanz: “Tudo se pode transformar.. menos a música”

O cantor apresentou uma prévia de seu novo álbum. Em uma entrevista com LaViola.tn.com.ar  falou sobre suas músicas, artistas da Argentina, sua relação com Gustavo Cerati e a influência das redes sociais.

Como você pode definir “No Me Compares”?

É muito emocionante e foi muito bem recebida nas redes sociais. Depois que publicamos o link para a música.. rapidamente havia muitos comentários. É maravilhoso, você tem o feedback de pessoas instantaneamente. Foi número um em 15 países.

É ótimo poder mostrar às pessoas como se faz um CD. É um trabalho duro, com muito esforço. Para o clipe da música contamos com os vídeos que os fãs nos enviaram. É ótimo  fazer essas coisas e compartilhar com o público. Mas com as redes sociais, devemos ter cuidado, especialmente com o que se escreve com paixão.

Como você se sente com este trabalho que  será lançado em breve?

Muito bem, é um dos discos em que mais trabalhei e o fiz com gosto. Eu dei muita importância às letras, eu tentei ir um passo adiante. Além disso, as músicas se destacam por seus arranjos e, certamente, vai surpreendê-los. Há mais presença de guitarras e tentamos recuperar instrumentos dos anos 70.. que desempenham um papel importante no som.

Qual é a sua mensagem nas letras?

Tem a ver com o nome do CD, “La Musica No Se Toca.” Há coisas  negociáveis.. mudou a maneira de difundir a música. Tudo se pode  transformar, menos a música. É muito importante para a vida humana.

A Música influencia o cotidiano?

Claro, acrescenta muito. Temos que garantir que a música deixe de ser sua e passe a ser das pessoas . Portanto, há que se ter cuidado com o que se diz. São temas  muito positivos e tentei não me deixar levar pelo o que está acontecendo no mundo.

Você gravou os seus álbuns em diferentes partes do mundo, Qual a influência do estúdio no som ?

Tem muito  a ver . Para este material estive muito no México, com meus amigos e isso se nota. Eu decidi colocar mais solos de guitarra, porque eu acho que isso está se perdendo. O material tem muito a ver com o lugar no qual se  compõe. A  fusão de estilos faz parte do dia a dia.

Você gosta de conhecer as cidades que visita em turnê?

Eu tenho a sorte de desfrutar do povo, da culinária, música, história. Seria estúpido perder isso. A única coisa é que os aeroportos são um horror . É o inferno na terra.

entrevista completa: http://tn.com.ar/musica/hablamos-con/000100567/alejandro-sanz-todo-se-puede-transformar-menos-la-musica

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