Entrevista à Revista XL De 18 de Maio De 2013

O gravador permanece mais de uma hora ligado, absorvendo as palavras de Alejandro Sanchez Pizarro, a quem o mundo conhece como Alejandro Sanz e seus amigos como Chan, um velho apelido que lhe colocou seu compadre Paco de Lucía em um frustrado dia de futebol

.A conversa, animada por uma garrafa de vinho italiano, fluiu “levemente”, pensei em não incluir, entre outros, alguns temas desagradáveis que surgiram em sua vida. Sanz não perde a compostura, ri com facilidade e leva as intromissões em sua biografia com naturalidade. Desligo o gravador, ele relaxa e anuncia: agora , “off record” vou te contar uma fofoca”.  Ele protagoniza um politico, e como “pano de fundo”, a crise. As gargalhadas ecoam no seu quarto de hotel vizinho ao Central Park em Nova York, aonde foi passear com sua esposa Raquel Perera, e com dois dos três filhos do cantor. Horas depois, esse madrilenho de Moralataz e de alma cigana dará um show cheio de agitadas adolescentes: muitas delas, dispostas a gravar o show inteiro com sua câmera de celular no Radio Music City Hall. Diante de sua iminente turnê espanhola, XL Semanal viajou ao encontro do idolo das massas. Aos 44 anos , Sanz assegura que ele ainda tem muito o que falar.

 

XLSemanal.  Ainda colocam suas músicas quando você entra a um restaurante?

Alejandro Sanz.  Não, não.  Nem lançam lingeries no palco. Com bastante pontaria, olhe! (sorri) . Já fizeram isso. Entrava em um lugar e colocavam, principalmente, Corazón Partío. A cantavam em todas as partes, era um pouco cansativo. Mas ouça, Deus Me livre de reclamar que me caia um raio na cabeça.  As músicas , com o tempo, sáo como a análise, te mostram coisas de você mesmo, te recordam quem és e pelo que estavas passando.

XL. Você associa cada etapa da sua vida a cada um dos seus discos?

A.S. Sim, sim. É fascinante porque como dizia Picasso: “O tempo também pinta”. Será equivalente as cores dos pintores: A etapa azul, a preta, a da palheta.” (Sorri).

XL. Quer dizer a dos excessos’?

A.S. Bom, eu sou Alejandro Sanz, não São Alejandro, mesmo que alguns pensem que me vida foi exemplar. Foi uma fase que aconteceram muitas coisas. Tu és de Bilbao, certamente sabes a que estou me referindo (sorri).  Tive meus dias de abusar. Na Espanha , aos vinte e poucos anos, que vamos fazer? Pelo menos pude contar. A vida do músico tem muito desgaste e compôr ,é às vezes  destrutivo.

XL. Vai me dizer que artista sofre pra compôr?

A.S. Não o tempo todo, mas às vezes é bom viver um pouco no “inferno”. Não dá pra compôr canções que emociem jogando golfe. Lógico que não! A florzinha está ótima, mas tem que mostrar tambëm a raíz, a raíz é tão feia e suja que fica debaixo da terra. Daí sai a “seiva”da arte.

XL. ¿De que cor você vê a fase de “Los chulos são para cuidarlos”, o disco techno flamenco que gravou Alejandro Magno?

A.S.  De todas as cores. Tinha 20 anos e estava como Fabio MacNamara, Miguelez el Capi, gente “louca”.  Me disseram: “Vamos gravar um disco seu”. E lógico, de cara.

XL. Na capa você estava com roupa de toureiro e camiseta de smiley… Quem te assessorava? 

A.S. Sim, bom , o look CuTrelux era como para “matarme”(ri) , mas eu ficava bem e tinha que ter coragem para andar assim. Eu via bem aquilo. Não conhecia homossexuais e logo, estava rodeado deles. Miguelez e El Capi me colocavam para modelagens … Vinha toda a família para me ver. Mesmo que não  tenha sido um disco de Alejandro Sanz. Foi meu claro, mas de outra maneira.

XL. Se não foi por seus pais, você teria se dedicado a isso?

A.S. Não. Na minha família , as reuniões sempre foram ao redor de um violão. Meu pai me inseriu o gosto pela música. E minha mãe, bom, foi ela que me deu o toque mágico do acaso.

XL. A que você se refere?

A.S. Com sete anos ela ia me matricular numa academia de karatê , quando chegamos a academia tava fechada. Ao lado havia uma escola de violão, me matriculou nessa mesmo. (Ri). Sempre me dizia “Pratique meu filho, pratique”. E nunca ia me ver “Se você ficar pretensioso, morro de vergonha”. Os primeiros shows que ela foi  tinham 60 mil pessoas. Todos cantavam e ela queria mandar todos se calarem, porque ela não me ouvia.

XL.  Você perdeu os dois muito jovem…

A.S.  Sim, Nós orfãos temos uma cara muito particular.  Quando você perde seu pai e sua mãe, fica com outra cara. Por isso,  agora quero passar mais tempo na Espanha.  Estar com minha  familia, ela me chama muito : meu irmão, meus primos: somos muito família todos nós.

XL. Viver da música foi um “click”na sua cabeça ou uma obsessão  que vem de longe?

A.S.  Não tenho click . Na minha vida, tudo é progressão. Eu dizia à minha mãe : “Mãe, quero fazer isso.” Me respondia que era uma utopia, mas como disse um poeta . : “A utopía é uma linha no horizonte e, e quando você se aproxima, ela se afasta. Mas para isso que existe a utopia , para caminharmos. Nessa profissão somos um pouco privilegiados; acontece uma em um milhão. Eu dizia a minha mãe que eu era esseum, mas claro, ela acreditava em mim.

XL. Quando começou a compôr?

A.S.    Com 11 anos. Tocava essas coisas de quando começamos: Romance anónimo, Stairway to Heaven de Led Zeppelin.. Con 11 años. Tocaba estos temas de cuando empiezas: Romance anónimo, Stairway to heaven, de Led Zeppelin…  Repetia sem parar, mas meu corpo pedia algo mais.

XL.  Você  já compunha músicas românticas?

A.S.  Eu era muito tímido e o primeiro que eu fiz não tinha letra. Me inspirava em uma vizinha que me fascinava. Eu era um “moleque”e ela me parecia uma mulher maravilha. Sempre tinha uma ou outra vizinha pelo meio. (ri).

XL. Você sempre leva canções de amor na sua vida. É normal que te partam o coração?

A.S.  Cara, o coração foi moído, sim, é sentimento universal que você pode falar sobre isso a qualquer momento, esteja ou não apaixonado. De todo modo é tão etéreo, próximo e misterioso que, mais do que amor, falo das “mãos” , das coisas que te “escorrem pelos dedos”.

XL. E , casado, escrever o amor é igual? A estabilidade emocional afeta?

A.S.  Não, nunca me passou isso. Mas pra mim, me casar foi um ato de rebeldia. Te juro. Passei a vida toda dizendo que nunca iria me casar e um dia disse: “E agora, o que faço para ser diferente? ( ele ri).

XL.  Isso de casar pelo ritual de Bali é diferente. 

A.S.  Não, não, o “punk”foi casar na igreja, como Deus manda, vai.

XL.  O seu casamento foi uma surpresa. Aos seus cem convidados disseram que era batizado de Dylan.

A.S. Sim,  Raquel organizou tudo.

XL. Se Dylan fosse maior, iria reclamar não? 

A.S. Coitadinho. Sim, sim, se fizessemos na sua comunhão ele nos mataria. Não queria roubar – lhe o protagonismo.

XL. Como se concilia uma família com filhos de 3 mães?

A.S.  Com paciência, amor e com vontade de que dê certo pra todos, de manter um equilíbrio. Uma vez me perguntaram: “O que você faz pelos demais?” Não atrapalho, o que já não é pouco. Se todo mundo atrapalhasse pouco, isso seria um paraíso.

XL.  Você vê todos seus filhos com frequência? 

A.S.  Sim, sim os três. Dois deles estão aqui comigo, mas se juntam todos com frequência e eles se gostam muito.

XL.  Sempre tem mostrado muito cuidado para proteger sua vida particular. Quais são os limites? 

A.S.  Tanto faz, são limites que os meios de comunicação sempre cruzam. Agora não muito, mas houveram uns anos que era insuportável, era uma verdadeira perseguição e um jogo. Me afetaram muito algumas coisas.

XL.  Aquilo da entrevistadora que te “convidou a sair do armário”…

A.S.  Por exemplo. Quando eu li esse artigo, fiquei pasmo. Fiquei “chocado”: “Perdão”?  Não conhecia essa mulhere, logo me dizia que eu disse isso ou aquilo.  Ultrapassou o limite. Às vezes, a pessoa escreve demais e escreve o que quer. É não é uma  brincadeira . Nunca entendi o que queriam. Foi como se tivessem  me “apedrejado” , foi muito desagradável. Proteger minha intimidade em todo caso, não significa que tenha algo a esconder.

XL. ¿ Quantas vezes lhe convidaram para dar exclusivas?

A.S. Muitas vezes.  Mas se tivesse feito teria me vendido para sempre. Nunca fiz comércio com minha vida particular, e quero proteger minha família disso.

XL.  Você demitiu dois empregados seus que lhe chantagevam que iriam tornar público o fato de você ter um filho secreto…

A.S. Claro, certamente você faria o mesmo. Ou era isso, ou iria entrar num pesadelo. Se disse que não queria declarar, mas foi chamado pelo juíz , e passei cinco horas respondendo a perguntas que você não iria acreditar. Quando viram que não podiam ganhar, três horas antes da sentença, um dos advogados , esse dos que gosta de sair na televisão , veio com essa de que queria negociar.Na hora da verdade eles ficaram com medo.

XL . A que você se refere?

A.S. Atrás de tudo havia uma agência de fofocas. Queriam tirar tema de tudo possível. Fizeram caixinha e já está. Olha, me diga alguma coisa ruim, certamente alguém já disse de mim. ( ele ri ).

XL. Como por exemplo, que você foi pra Miami para não pagar impostos, por exemplo.

A.S. Tá vendo? E não foi nada disso. Nunca fui residente em Miami, jamais, e muito menos para não pagar impostos. Sou residente na Espanha. Eles dizem muitas coisas.

XL. O que tens em comum com Esther Cañadas, Paz Vega, Shakira, Alicia Keys , Eva Longoria e Maribel Verdú?

A.S.  À parte de que todas apareceram nos meus vídeos ? O talento , não?

XL. Como você consegue que todas lhe digam sim? 

A.S.  Mas é trabalho ( ele ri) . Eu não lhes dou nada, não sei , por amizade , por quê elas querem. Maribel Verdú por exemplo, me disse : “Quero fazer um video contigo”. Vimos a oportunidade e me encantou.

XL. Vários de seus vídeos são bastante “sexuais” . Isso se pensa bem antes para colocar “fogo”nas fãs?

A.S. Nào, não [ele ri]. E cada vez tem menos desses  vídeos, não acreditas.  Mesmo quando me lembro  de Cuando nadie me ve, que para família foi um problema e tanto. As pessoas ficam com as cenas picantes, mas tem muita poesia. Na indústria se diz muito “o sexo vende muito” . Se tem um contexo dentro do que se faz tudo bem, mas o sexo pelo sexo é outra coisa. É pornografia.

XL. Dia  30 de abril se declarou  o Día Alejandro Sanz en Los Ángeles. Cómo voce conseguiu? Não teve que pagar…

A.S.  Nada, não se como aconteceu. Fiquei louco. É um detalhe enorme por parte de uma cidade aonde existam tantas estrelas. Eu perguntei a Governadora : ” Já sou como São Patrício?  (ele ri). Espero que o celebrem como se merece, que aumente a população nesse dia ou algo assim ( ri)   Por certo, que descobri que meu cd Más (1997), a música Corazón Partío, se estuda em Berkeley como um dos discos de pop espanhol mais de importante dos anos 90. Para você ver.

XL. Falando de “Instituições” Como se aproximou de Paco de Lucia?

A.S. Por suas filhas. Conhecia a família dele por são de Algeciras, como meu pai. Nos juntávamos na praia e cantávamos. Havia uma certa relação. Um dia, me chamou dizendo que suas filhas adoravam meu disco. O convidei a tocar no meu segundo álbum e ele me disse que sim. Foi perfeito, por quê Paco de Lucia é o músico que me inspirei em toda minha vida.      Hoje em dia é meu compadre e padrinho de meu filho Dylan, mas até então era alguém inacalçável Ele gravou comigo e disse que se sentia mais próximo de mim como músico que de muita gente. Si Tú Me Miras (1993) não foi o mais vendido da minha carreira, mas melhorou meu prestígio como músico. Que mesmo assim não é muito, mas tudo bem (ele ri).

XL. Seus primeiros discos eram amáveis,  mas um dia lançou “No És Lo Mismo ( 2003) e se posicionou contra Cuba, Iraque, Aznar  (político espanhol) , El Cotilleo ( programa de Tv Espanhol),  El Prestige
(petroleiro que afundou na costa da Espanha) , Chávez … Te deu uma crise de fúria?

A.S. Sim isso foi uma fúria ( ele ri). Sim, para sorte de todos (ele ri) compreendi que o mundo não quer ser salvo, menos ainda por um artista , existem outras maneiras de contribuir. Como apoiar ao “Médico Sem Fronteiras” contra a AIDS infantil no Zimbábue ou ir ao Ártico com Greenpeace para chamar atenção contra os petroleiros e o aquecimento global. É mais útil que se pôr a reclamar e se tornar a parte inútil de tudo isso.

XL.  Agora que morreu, falar de Hugo Chávez com você , que sempre foi muito crítico com ele , é obrigatório…

A.S.  Na Venezuela , eu tenho receio,  morreu o moderado. Sentiremos falta de Chávez. Até os antichavistas sentirão falta dele. Eu dei os pêsames à familia , que conste. A gente se diferenciava em muitos temas, mas ele era muito inteligente.  Me incomodava, sobre tudo, que ele tentava se fazer de algo que não era.

XL. Chávez controlava tudo…

A.S. Sim esse não. Igualmente explode tudo por dentro. Não sei . É triste , por quê é um país maravilhoso e estã0 com essa crise política , econômica e social depois de tantos anos. Vejo isso e penso : “O homem não os fez muito bem, não?”.

XL. Com o que aconteceu quando questionou Chavez, você chegou a pensar : “e se tivesse ficado calado?

A.S. Não, não. Me meti com Chavez por quê pensei que, se todos nos calarmos e somente escutarmos ao que fala mais alto, parece que só existe uma visão possível. Tem que se tomar as coisas sem atritos, como se dizia aquele Chefe … ( ele ri)  . Temos que conviver , escute, isso é o que se tem. É importante rir.

XL. Você já fez show em Cuba?

A.S.  Me convidaram ao segundo show de “Paz Sem Fronteiras”, mas não fui. Toquei nos da Colômbia e Venezuela. Mas quando Juanes me falou do de Cuba eu disse : “Mas, Juanes, vamos ver, como se canta pela paz em Cuba? Cantaremos pela liberdade ou pela democracia, mas…”

XL. O que acha de vender 25 milhões de discos? 

A.S.  Poder viver de música, mesmo que isso de vender tanto se acabou. Mas vendi seis milhões  há 16 anos e esse último, La Música No Se Toca, com meio milhão já é um “superexito”. Há uma década seriam  4 milhões . Esta é a equação de tempos de pirataria. Você viu Kim Dotcom, o chefe de Megaupload? Está milionário. Mansão, carrões, jet… E a esse sujeito o apoiam milhões de pessoas? Existem pessoas que tem cada ídolo.. ( ele ri) O mundo está muito confuso.

XL. A que você acha que se deve isso?

A.S.  Hoje em dia tudo se vai como “um carro desgovernado” . Tanta informação , tão rápida … internet está mudando tudo, nada tem limite e colocaram como “um megafone nas mãos de qualquer pessoa”.  Tem muita gente que não tem preparação para “levar um megafone”. É mais que isso, muitos deveriam nascer com esparadrapo na boca.

XL.  Suponho que, com sua atividade na internet, principalmente no twitter, voc6e fala por experiência …

A.S.  Você não sabe  bem.  Meu Tio Paco acabou de publicar um livro e outro dia foi à uma rádio dar entrevistas. Escrevi um tuíte: “Meu Tio Paco en la SER. Viva sua arte!”.E um escreveu: “Desde la comodidade de Miami é muito fácil se meter com Franco. Eu tinha você como bom músico. E acrescentou uma cara triste ( ele ri) . Um delírio total.

XL. Acho que dissestes algo sobre Mourinho no twitter…

A.S. Uy, sim, que confusão!  Existem muitos “mourinhistas”radicais . Vamos, te cria mais problemas que se meter com políticos espanhóis ( ele ri). Eu sou madritista e deixar Casillas no banco é uma falta de respeito. É um grande treinador, mas essas brigas dele não as entendo.

XL.  E uma última pergunta . Como seus amigos te chamam?

A.S.  Chan. Me pôs esse apelido Paco de Lucia há muitos anos, um dia fomos jogar futebol, com pessoal de Ketama (grupo flamenco espanhol) . Eles jogam muito bem, e eu , péssimo ( ele ri) , assim que depois de uma goleada me disse  “Vamos!”. Fomos a um bar que estava na frente do campo. E ali estávamos, de jogadores de futebol, os dois , tomando uns drinques ( ele ri) , quando nos aproxima um bêbado ( coloca sotaque de Andalucia): “Vocês são tipo Alejandro Chan e Paco de Lucia , ne?”( ele ri) . E eu disse : “Sim, viemos jogar um futebolzinho”. E o tipo respondeu : Para isso só pra isso que servem. ( ele ri). E Paco  veio com isso de Chan.

Mais particularidades:

Seu pai, Jesús Sánchez, era músico e de Algeciras. Su mãe,  María Pizarro, de Alcalá de los Gazules.Seu primeiro nome artístico foi “El Cané” , quando atuou nem alguns locais de Madrid tocando temas de Bordón 4, Triana.  Com apenas 32 anos ya tinha uma biografia. Por direito , do jornalista Juan Carlos de La Iglesia. Isabel  Caixet dirigiu, em 1991, o vídeo de  “Pisando Fuerte”, seu primeiro êxito. Um dos espanhois mais ativos no twitter: aproxima aos 9.500.000 de seguidores, e cresce com mais ou menos 70.000 seguidores por semana.

Já leva dois meses lotando locais no Perú, Uruguai, Argentina, Chile, Equador, Colômbia, Panamá, Costa Rica, Brasil e Estados Unidos. No próximo dia 29 de maio, fará seu primeiro show dessa turnê na Espanha.

De amores e mães

Marido e Pai . Jaydy Michel, modelo mexicana,  foi a primeira a levar – lo ao altar.  O algo assim, já que seu casamento foi celebrado pelo ritual de Bali. Se casaram em 1999, em 2001 nasceu Manuela sua filha. O divórcio chegou em 2005, no mesmo ano que perdeu seu pai.

A mãe secreta . Em 2006, Sanz revelou, que tinha um filho de três anos chamado Alexander Sánchez. Nasceu enquanto estava casado com Jaidy . Sua mãe , Valeria Rivera, uma desenhadora,, garante que Sanz é um “bom pai”.

De amor e morte. Raquel Perera é atualmente sua esposa.  Trabalhou para ele por um tempo e em julho de 2011 nasceu seu filho Dylan, em Nova York. Se casaram em 2012 em Jarandilla de La Vera , em Cáceres ( cidade espanhola) . Sua mãe havia falecido um mês antes.

fonte : Finanzas.com

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